Eu pedi força...
Deus me deu dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi sabedoria...
Deus me deu problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade...
Deus me deu cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem...
Deus me deu perigos para superar.
Eu pedi amor...
Deus me deu pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores...
Deus me deu oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi...
Mas eu recebi tudo de que precisava.
Escrito há bastante tempo, mas de uma atualidade impressionante. SINTO VERGONHA DE MIM
Sinto vergonha de mim por ter sido educador de parte desse povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade e por ver este povo já chamado varonil enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente, a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o "eu" feliz a qualquer custo, buscando a tal "felicidade" em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo, a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos "floreios" para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre "contestar", voltar atrás e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir pois amo este meu chão, vibro ao ouvir meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor ou enrolar meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo brasileiro!
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".Por Cleide Canton e Rui Barbosa
QUE A MINHA VOZ SEJA De verdade e não de mentira. De justiça e não de calúnia. De bondade e não de aspereza. De compreensão e não de intransigência. De perdão e não de condenação. De respeito e não de desacato. De conciliação e não de intriga. De calma e não de irritação. De desapego e não de egoísmo. De edificação e não de escândalo. De ânimo e não de derrotismo. De conformidade e não de lamúrias. De amor e não de ódio. De alegria e não de tristeza. De fé e não de descrença. De esperança e não de desespero.
Eu os amei o suficiente Meus filhos, um dia, quando vocês forem crescidos osuficiente para entendera lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de lhes dizer:Eu os amei o suficiente para ter perguntado: aonde vão, comquem vão e a que horas regressarão?Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio efazer com que vocês soubessem que aquele novo amigonão era boa companhia.Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas quetiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono:"nós roubamos isto ontem e queríamos pagar".Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocêspor uma hora, enquanto limpavam o seu quarto;tarefa que eu teria realizado em quinze minutos.Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor queeu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimasnos meus olhos.Eu os amei o suficiente para os deixar assumir aresponsabilidade das suas ações, mesmo quando asconseqüências eram tão duras que me partiam o coração.Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhesnão, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso.Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estoucontente..., venci...porque no final vocês venceram também!E, qualquer dia, quando meus netos forem crescidos osuficiente para entender a lógica que motiva os paise as mães, meus filhos vão lhes dizerquando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má:"sim... nossa mãe era má.Era a mãe mais má do mundo. As outras crianças comiam docesno café da manhã e nós tínhamos de comer pão, queijo, leite."As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatasfritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz,feijão, carne, legumes e frutas.Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outrasmães, que deixavam os filhos comer vendo televisão.Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora.Era quase uma prisão.Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nósfazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos quandoíamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis detrabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas,lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o pó do chão,esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis.Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas paranos mandar fazer.Ela insistia sempre conosco para lhe dizer a verdade, eapenas a verdade.E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossospensamentos. A nossa vida era mesmo chata.Ela não deixava os nossos amigos tocarem abuzina para que nós saíssemos.Tinham de subir, bater na porta para ela os conhecer.Enquanto todos podiam sair à noite com doze, treze anos,nós tivemos de esperar pelos dezesseis.Nossos amigos dirigiam o carro dos pais mesmo sem terhabilitação, mas nós tivemos que esperar os dezoito anospara aprender, como pede a lei.Por causa da nossa mãe, nós perdemos muitas experiências daadolescência.Nenhum de nós esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo,violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.Foi tudo por causa dela. Agora já saímos de casa. Somosadultos, honestos e educados, e estamos fazendo o possível para ser,também, "pais maus", tal como a nossa mãe.Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não hásuficientes mães más como a nossa mãe o foi...
Mãe, Aqui, agora e a sós Quero lhe pedir por todas nós Por aquelas que foram escolhidas Para dar a vida Mulheres de todas as espécies De todos os credos, raças e nacionalidades Todas aquelas nas quais a vida Está envolvida em sorrisos, lágrimas, tristezas e felicidades Aquelas que sofrem por filhos que geraram e perderam As que trabalham o dia inteiro Em casa ou em qualquer emprego Quero pedir pelas mães Que penam por seus filhos doentes Quero pedir pelas meninas carentes E pelas que ainda estão dentro de um ventre Pelas adolescentes inexperientes Pelas velhinhas esquecidas em asilos Sem abrigo, sem família, carinho e amigos Peço também pelas mulheres enfermas Que em algum hospital aguardam pela sua hora fatal Quero pedir pelas mulheres ricas Aquelas que apesar da fortuna Vivem aflitas e na amargura Peço por almas femininas mesquinhas, pequenas e sozinhas Por mulheres guerreiras a vida inteira Pelas que não têm como dar à seus filhos o pão e a educação Peço pelas mulheres deficientes Pelas inconseqüentes Rogo pelas condenadas, aquelas que vivem enclausuradas Por todas que foram obrigadas a crescer antes do tempo Que foram jogadas na lavoura Ou em alguma cama devastadora Rogo pelas que mendigando nas ruas Sobrevivem apesar dessa tortura Pelas revoltadas, as excluídas e as sexualmente reprimidas Peço pela mulher dominadora e pela traidora Peço por aquela que sucumbiu sonhos dentro de si Por todas que eu já conheci Peço por mulheres solitárias e pelas ordinárias As mulheres de vida difícil e que fazem disso um ofício E pelas que se tornaram voluntárias por serem solidárias Rogo por aquelas que vivem acompanhadas Embora tristes e amarguradas E por todas que foram abandonadas As que tiveram que continuar sozinhas Sem um parceiro, um amigo, um ombro querido Peço pelas amigas Pelas companheiras Pelas inimigas Pelas irmãs e pelas freiras Suplico por aquelas que perderam a fé Que se distanciaram da esperança Quero pedir por todas que clamam por vingança E com isso se perdem em sua inútil andança Rogo pelas que correm atrás de justiça Que a boa vontade dos homens as assista Peço pelas que lutam por causas perdidas Pelas escritoras e as doutoras Pelas artistas e professoras Pelas governantes e pelas menos importantes Suplico pelas fêmeas que são obrigadas a esconder seus rostos E amputadas do prazer vivem no desgosto Quero pedir também pelas ignorantes E por todas que no momento estão gestantes Por aquela mulher triste dentro do coração Que vive com a alma mergulhada na solidão Por aquela que busca um amor verdadeiro Para se entregar de corpo inteiro E peço pela que perdeu a emoção Aquela que não tem mais paz dentro do coração E rogo, imploro , por aquela que ama E que não correspondida, vive uma vida sofrida Aquela que perdeu o seu amor E por isso, sua alma se fechou Por todas que a droga destruiu Por tantas que o vício denegriu Suplico por aquela que foi traída Por várias que são humilhadas E pelas que foram contaminadas Mãe, quero pedir por todas nós Que somos o sorriso e a voz Que temos o sentimento mais profundo Porque fomos escolhidas tanto quanto você Para gerar e apesar de qualquer coisa Amar... Independente de quem forem nossos filhos Feios ou bonitos Amáveis ou rebeldes Perfeitos ou deficientes Tristes ou contentes Mãe, ajuda-nos a continuar nessa batalha Nessa guerra diária Nessa luta sem fim Ajuda-nos a ser feliz como a gente sempre quis Dai-nos coragem para continuar Dai-nos saúde para ao menos tentar Resignação para tudo aceitar Dai-nos força para suportar nossas amarguras E apesar de tudo continuarmos a ser sinônimo de ternura Perdoa-nos por nossos erros E por nossos insistentes apelos Perdoa-nos também por nossas revoltas Nossas lágrimas e nossas derrotas E não nos deixe nunca mãe, perdermos a fé E sempre que puder Peça por nós ao Pai E lembre-lhe que quando ele criou EVA Não deixou com ela nenhum mapa de orientação Nenhum manual com indicação Nenhuma seta indicando o caminho correto Nenhuma instrução de como viver De como, a despeito de tudo vencer E mesmo assim.....conseguimos aprender. Amém! (Poesia de Silvana Duboc)
Quando sentirem o odor das flores,o barulho das águas,a suavidade do vento,o sol,a lua,a essência da vida.... Quando as pessoas ainda forem dementes,injustas e ainda cometerem hipocrisias... Quando eu não mais chorar ou lutar e fechar os olhos pra esse mundo. Ainda os amarei,estarei com vocês. Ainda que o mundo se acabe ou que resista aos homens... Ainda que não mais me vejam ou me ouçam ou que também fechem seus olhos... Ainda assim e além de tudo ... Amo vocês. Estarei nas montanhas,no ar,na chuva........ A alma voando,livre finalmente e só pra cuidar de vocês!
SOU A AUTORA DESSE POEMA QUE FIZ PARA O MEU FILHO SALOMÃO,O QUAL DEDICO À TODAS AS PESSOAS DE BEM. BENDITA DEFICIÊNCIA BENDITA DEFICIÊNCIA A TUA! ESSA QUE NA SUA PRESUMÍVEL FRAGILIDADE TE FAZ FORTE. QUE NA SUA FORÇA NOS FAZ FRAGÉIS E HUMILDES E QUE NOS TORNA MAIS FORTES. BENDITA ESSA TUA DEFICIÊNCIA QUE NÃO SEPARA RAÇAS OU CREDOS QUE NÃO ODEIA E APENAS PERDOA. ESSA QUE SÓ TE FAZ SORRIR E FAZER SORRIR... BENDITA TUA DEFICIÊNCIA QUE PASSA À LARGO DAS INJUSTIÇAS, DE MALDADES E PENSAMENTOS INFÉRTEIS. A QUE TE LIVRA DE SER UM PECADOR PERANTE DEUS E OS HOMENS. BENDITA A TUA DEFICIÊNCIA QUE ME TORNA UM SER ESPECIAL POR ME ESCOLHER COMO SUA GUARDIÃ E APRENDIZ. BENDITA DEFICIÊNCIA A MINHA! QUE ME FEZ TER VOCÊ PRA ME ENSINAR QUE CADA UM TEM SEU TEMPO,SUAS ESCOLHAS E QUE SOMOS TODOS DEFICIENTES MAS QUE PODEMOS APRENDER E EVOLUIR. À VOCÊ ME CURVO POIS NA SUA DEFICIÊNCIA É MAIS SÁBIO QUE MUITOS PRESUMÍVEIS "NORMAIS".
POEMA FEITO À SALOMÃO E À TODAS PESSOAS SÍNDROMES DE DOWN! R.C.S.L.
MESTRE PEÇO-TE QUE EU TENHA SERENIDADE COM MEU PRÓXIMO SABEDORIA PARA MUDAR O QUE ESTÁ ERRADO. E QUE AO MUDAR MUDE NA DIREÇÃO CERTA POIS A VIDA É UMA CONSTANTE MUDANÇA QUE EU SAIBA APRECIAR O PRESENTE DIÁRIO QUE TU ME PROPORCIONA AO FAZER O SOL NASCER QUE EU TENHA A SENSIBILIDADE DE APRECIAR A BRISA, OS AROMAS , OS SONS E TUDO QUE DE LINDO COLOCA DIANTE DE MEUS OLHOS . QUE O QUE SAI DA MINHA BOCA SIRVA SEMPRE PARA SOMAR E NUNCA PARA DIMINUIR . QUE AS HABILIDADES DAS MINHAS MÃOS SIRVAM PARA CONFORTAR QUE EU VIVA INTENSAMENTE O AMOR QUE TU ME DERES FAÇA DE MIM UM INSTRUMENTO DA TUA PAZ QUE NO FIM DA MINHA MISSÃO AQUI NESSE PLANO EU SEJA COMO O VELHO RIO QUE SE ENTREGA A PLENITUDE DO MAR DEIXANDO VIDA POR ONDE PASSA . E QUE OS FRUTOS QUE AQUI DEIXEI SE MULTIPLIQUEM NA SUA PAZ AMÉM . E ABENÇOE MEUS FILHOS!
Que as Mãos de Jesus guarde nossos filhos.Oração de uma mãe muito pode em seus efeitos.Oro para que o Senhor Deus todo poderoso guarde nossos filhos, livrando de todo mal.Que os filhos dos servos do senhor nunca saiam da sua presença e aqueles que por qualquer motivo se afastou que retornem em breve, pois são Herança Bendita do Senhor. Que o Senhor converta o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais.JESUS ENVOLVA COM O MANTO SAGRADO CADA UM DE NOSSOS FILHOS
HUMILDADE "Em um ambiente social, onde os homens queriam estar acima uns dos outros, Jesus Cristo só admitiu estar acima das pessoas quando cravado sem piedade numa cruz." (Augusto Cury) *
Senhor, peço pelos que se perdem e não podem encontrar seu caminho Peço pelos que sofrem mal juízo e não são entendidos. Peço pelos que não crêem. Mas Te agradeço porque eu creio. Creio que Tu mudas as pessoas e as coisas. Peço por todos os meus amigos , cada membro da família e seus lares, e em especial para meus inimigos. Amém!
Eu os amei o suficiente Meus filhos, um dia, quando vocês forem crescidos osuficiente para entendera lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de lhes dizer:Eu os amei o suficiente para ter perguntado: aonde vão, comquem vão e a que horas regressarão?Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio efazer com que vocês soubessem que aquele novo amigonão era boa companhia.Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas quetiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono:"nós roubamos isto ontem e queríamos pagar".Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocêspor uma hora, enquanto limpavam o seu quarto;tarefa que eu teria realizado em quinze minutos.Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor queeu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimasnos meus olhos.Eu os amei o suficiente para os deixar assumir aresponsabilidade das suas ações, mesmo quando asconseqüências eram tão duras que me partiam o coração.Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhesnão, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso.Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estoucontente..., venci...porque no final vocês venceram também!E, qualquer dia, quando meus netos forem crescidos osuficiente para entender a lógica que motiva os paise as mães, meus filhos vão lhes dizerquando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má:"sim... nossa mãe era má.Era a mãe mais má do mundo. As outras crianças comiam docesno café da manhã e nós tínhamos de comer pão, queijo, leite."As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatasfritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz,feijão, carne, legumes e frutas.Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outrasmães, que deixavam os filhos comer vendo televisão.Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora.Era quase uma prisão.Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nósfazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos quandoíamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis detrabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas,lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o pó do chão,esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis.Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas paranos mandar fazer.Ela insistia sempre conosco para lhe dizer a verdade, eapenas a verdade.E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossospensamentos. A nossa vida era mesmo chata.Ela não deixava os nossos amigos tocarem abuzina para que nós saíssemos.Tinham de subir, bater na porta para ela os conhecer.Enquanto todos podiam sair à noite com doze, treze anos,nós tivemos de esperar pelos dezesseis.Nossos amigos dirigiam o carro dos pais mesmo sem terhabilitação, mas nós tivemos que esperar os dezoito anospara aprender, como pede a lei.Por causa da nossa mãe, nós perdemos muitas experiências daadolescência.Nenhum de nós esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo,violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.Foi tudo por causa dela. Agora já saímos de casa. Somosadultos, honestos e educados, e estamos fazendo o possível para ser,também, "pais maus", tal como a nossa mãe.Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não hásuficientes mães más como a nossa mãe o foi...
VOCÊ ESTÁ ENTRANDO NO MUNDO DE UMA MÃE HOJE COM O CORAÇÃO PELA METADE MAS COM A FÉ MULTIPLICADA!!! AOS QUE ESPERAM MINHA QUEDA SAIBAM QUE POSSO PERDER TUDO O QUE ACHAM SER IMPORTANTE MAS JAMAIS PERCO A FÉ,A HONRA,O CARÁTER E A DIGNIDADE,ESSES SÃO OS MEUS VALORES!!!TENHO POUCOS AMIGOS E ESTES ME SÃO CAROS E VERDADEIROS,O MAIOR DELES CHAMA-SE DEUS!!! De mãe Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu: “Nada é mais volúvel que um coração de mãe”. E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma é: - O meu filho doente, até que sare. - O que partiu, até que volte. - O que está cansado, até que descanse. - O que está com fome, até que se alimente. - O que está com sede, até que beba. - O que está estudando, até que aprenda. - O que está nu, até que se vista. - O que não trabalha, até que se empregue. - O que namora, até que se case. - O que é pai, até que crie e eduque. - O que prometeu, até que cumpra. - O que deve, até que pague. - O que chora, até que se cale. E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou: - O que já me deixou, até que o reencontre.
De mãe
Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
“Nada é mais volúvel que um coração de mãe”. E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma é:
- O meu filho doente, até que sare.
- O que partiu, até que volte.
- O que está cansado, até que descanse.
- O que está com fome, até que se alimente.
- O que está com sede, até que beba.
- O que está estudando, até que aprenda.
- O que está nu, até que se vista.
- O que não trabalha, até que se empregue.
- O que namora, até que se case.
- O que é pai, até que crie e eduque.
- O que prometeu, até que cumpra.
- O que deve, até que pague.
- O que chora, até que se cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
- O que já me deixou, até que o reencontre.